Cera de carnaúba, melão e castanha de caju lideram exportações do agronegócio cearense
Levantamento do Centro Internacional de Negócios da Fiec analisou o período entre janeiro e setembro de 2026
Por Adriano Queiroz
Notícia
Usada para todas matérias e reportagens que retratem fatos ou descrevam situações. Matéria baseada em fatos observados e verificados pelo repórter com fontes diversas. Notícias não possuem a opinião do repórter. Quando há análise, deve haver as duas definições: notícia e análise.
Publicado às 19:20, 28/10/2026
Compartilhe esse conteúdo!
Compartilhe também nas redes sociais:
Resumo
-
A cera de carnaúba, o melão e a castanha de caju lideraram as exportações do agronegócio do Ceará no período
-
As vendas ao exterior somaram US$ 393,8 milhões, registrando uma retração de 12,3% em relação ao ano anterior
-
Houve destaque positivo e crescimento nas vendas de água de coco, melancia fresca e lagosta congelada
-
Os Estados Unidos foram o principal destino das mercadorias, seguidos por Holanda, China e Reino Unido
-
Apesar da queda nas transações comerciais, o Estado registrou um superávit de US$ 81,3 milhões.
A cera de carnaúba, o melão fresco e a castanha de caju foram os líderes de exportações do agronegócio cearense, entre janeiro e setembro deste ano, segundo levantamento feito pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).
Confira os assuntos econômicos no Ceará, no Brasil e no Mundo
Outros produtos que estiveram em destaque, entre os produtos mais comercializados para o Exterior, foram a lagosta inteira congelada, a água de coco e a melancia fresca. No total, contudo, o agronegócio cearense somou US$ 393,8 milhões em exportações no período, uma retração de 12,3% quando comparado com os nove primeiros meses de 2025.
Acompanhe mais notícias de Economia no Linkedin do O POVO
A cera de carnaúba segue líder entre os produtos exportados pelo agronegócio cearense, com US$ 70,1 milhões. Apesar disso, o produto teve retração de 11,6% na comparação com o período entre janeiro e setembro do ano passado. Por sua vez, o melão fresco alcançou US$ 58 milhões, um crescimento de 16,5% no período analisado. Já a castanha de caju registrou US$ 30,5 milhões, mesmo com a queda expressiva de 41,4% em relação aos nove primeiros meses de 2025.
Siga o canal de Economia no WhatsApp para ficar bem informado
Já a lagosta inteira congelada teve US$ 22,5 milhões exportados e um crescimento de 3,7% no período. A água de coco somou US$ 18,6 milhões, com uma alta de 24%. A melancia fresca alcançou US$ 17,9 milhões, uma expansão significativa de 35,3%. Os resultados dos três produtos também se referem ao período entre janeiro e setembro deste ano comparados a iguais meses do ano passado.
Os Estados Unidos mantiveram a liderança, entre os principais destinos das exportações cearenses, com US$ 88,2 milhões, ou o equivalente a 22,4% do total exportado. Na sequência, aparece a Holanda com US$ 54 milhões, a China, com US$ 36,9 milhões e o Reino Unido com US$ 29,9 milhões.
Assim como no caso das exportações, as importações do agronegócio cearense também apresentaram retração no período de 5,5%, somando US$ 312,5 milhões.
Com isso, o Estado manteve superávit de US$ 81,3 milhões, embora 31,4% menor que o obtido nos nove primeiros meses do ano passado.
Tenha acesso a mais conteúdo em nossos canais!
Ver nota original ↗
¿Querés un resumen rápido de esta noticia, hecho por nuestra IA?
