Falhas na rede elétrica levam escola de Calama a reduzir aulas
Problemas recorrentes de energia prejudicam atividades pedagógicas na Escola Municipal Dra. Ana Adelaide Grangeiro; pais aprovaram redução de uma hora diária até a regularização do serviço
A falta recorrente de energia elétrica na Escola Municipal Dra. Ana Adelaide Grangeiro, no distrito de Calama, no Baixo Rio Madeira, em Porto Velho, tem comprometido as atividades pedagógicas, provocado danos a equipamentos e dificultado a permanência dos alunos em sala de aula devido às altas temperaturas.
Em reunião realizada na segunda-feira (27), pais e responsáveis aprovaram, por unanimidade, a redução de uma hora diária no período de aulas, enquanto o problema não for resolvido.
Conforme ata da reunião, a escola enfrenta instabilidade e quedas frequentes de energia, situação que exige uma intervenção estrutural na rede elétrica.
A direção explicou que o prédio foi construído gradualmente, sem planejamento inicial para atender à atual demanda de equipamentos, especialmente os utilizados na climatização dos ambientes.
Durante o encontro, pais e responsáveis cobraram esclarecimentos sobre as providências para solucionar o problema.
A direção informou que a demanda foi encaminhada à Secretaria Municipal de Educação (Semed), mas que a resposta recebida não atendeu satisfatoriamente às necessidades da instituição.
A escola também aguarda o andamento de um processo para obtenção de recursos por meio de emenda parlamentar.
Até a data da reunião, porém, não havia previsão para a liberação do dinheiro. Segundo a direção, o Conselho Escolar não dispõe de recursos suficientes para custear as adequações necessárias.
Calor prejudica aprendizagem
As altas temperaturas nas salas de aula preocupam as famílias, que relatam dificuldades para garantir condições adequadas de concentração, bem-estar e participação dos estudantes nas atividades escolares.
Os próprios alunos também manifestaram preocupação com a situação por meio de cartazes que cobram urgência na solução do problema e alertam para os possíveis prejuízos à aprendizagem e à continuidade das atividades escolares.
Diante do cenário, a redução de uma hora diária nas aulas foi aprovada pelos pais presentes. Segundo a ata, a medida deverá observar as orientações e autorizações dos órgãos competentes e permanecerá como alternativa temporária até a regularização da rede elétrica.
A comunidade escolar defende uma solução definitiva para garantir condições adequadas de funcionamento da unidade e preservar a qualidade do ensino. Até o momento registrado no documento, não havia prazo para a execução das obras necessárias nem para a liberação dos recursos aguardados.
O Rondoniaovivo pediu informações através assessoria da Secretaria Municipal de Educação de Porto Velho para saber se há previsão para solucionar o problema, mas ainda não houve resposta.
Ver nota original ↗
¿Querés un resumen rápido de esta noticia, hecho por nuestra IA?
