BOPE prende monitorado por tornozeleira com 2 kg de maconha

Uma ação dos Policiais Militares do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), por meio das equipes da Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM) e do Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva (GIRO), resultou na prisão de Daniel Ferreira de Oliveira, monitorado por tornozeleira eletrônica, pelo crime de tráfico de drogas, na noite desta quinta-feira (29), em um apartamento localizado na Rua Vitória, no bairro Macauã, na parte alta de Rio Branco. Com ele, foram apreendidos aproximadamente 2 quilos de maconha.
A prisão ocorreu após levantamentos dos setores de inteligência do BOPE e do Grupo Especial de Operações em Fronteira (Gefron), que receberam informações sobre uma possível movimentação de entorpecentes envolvendo o suspeito. Conforme as denúncias, Daniel estaria utilizando o próprio local de trabalho, situado na Avenida dos Ipês, esquina com a Rua Três, no bairro Macauã, na parte alta da capital, como ponto de recebimento de drogas oriundas da Bolívia.
As informações também indicavam que, depois de receber o material, o homem fazia o transporte dos entorpecentes para seu apartamento, localizado na Rua Vitória. Daniel já teria antecedentes relacionados ao crime de tráfico de drogas.

Com base nos dados levantados, os policiais organizaram diligências e seguiram até o endereço residencial indicado. No local, encontraram o suspeito sentado em frente à porta do apartamento, próximo a um tanque de lavar roupas, onde estava uma mochila.
Durante a abordagem, os militares perceberam contradições nas respostas apresentadas por Daniel, que demonstrou dificuldade para fornecer informações pessoais e apresentou versões inconsistentes quando questionado sobre a possível existência de drogas no imóvel.
Na verificação da mochila, os policiais localizaram dois pacotes contendo uma substância com características de maconha. O material apreendido pesou aproximadamente 2 quilos.
Outro fato registrado durante a ocorrência foi a atitude do suspeito de danificar o próprio telefone celular, quebrando o aparelho repentinamente. A suspeita é de que ele tenha tentado impedir o acesso às informações armazenadas no dispositivo e uma possível análise pericial.
Após a apreensão do entorpecente, Daniel recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia de Flagrantes (Defla) onde foi apresentado juntamente com a droga para os procedimentos legais.
A Polícia Civil ficará responsável pela investigação do caso.
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