Ex-Fortaleza, atacante David entrega passaporte à polícia no Rio; entenda
Jogador é declarado suspeito em investigação da Operação A Tropa, feita em colaboração com as policias civis do Rio de Janeiro e do Espirto Santo
Por Esportes O POVO
Notícia
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Publicado às 14:35, 30/10/2026
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Resumo
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O atacante David Corrêa (ex-Fortaleza e atualmente no Vasco) entregou seu passaporte à Polícia Civil do Rio de Janeiro nesta sexta-feira (30), ficando proibido de deixar o país e de manter contato com investigados e testemunhas.
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O jogador é suspeito de participação em organização criminosa, tráfico interestadual de drogas e armas e lavagem de dinheiro, em operação conjunta das polícias do RJ e do Espírito Santo que apura ligações com facções criminosas.
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A defesa do atleta nega qualquer ligação com a criminalidade, afirmando que a acusação decorre de sua amizade de infância com Ruan de Freitas Camargo Cruz, investigado por tentativa de homicídio em 2024.
O atacante David Corrêa, ex-Fortaleza e atualmente no Vasco, entregou seu passaporte à 14ª delegacia de polícia do Rio de Janeiro (RJ) nesta sexta-feira, 30. O jogador é considerado suspeito em uma investigação sobre participação em organização criminosa, tráfico interestadual de drogas e armas e lavagem de dinheiro.
A intimação partiu da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que atua em cooperação com entidades do Espírito Santo, responsáveis pela operação "A Tropa". A investigação também apura possíveis conexões entre o grupo investigado e integrantes de uma facção criminosa carioca.
O advogado Silmar Junior, que defende David e fez a entrega do passaporte à delegacia, acredita na inocência do cliente e afirma que o atleta está sendo acusado injustamente devido a um amigo de infância. O amigo em questão é Ruan de Freitas Camargo Cruz, investigado por tentativa de homicídio ocorrida em 2024.
"Confiamos na absolvição do David, um atleta e uma pessoa pública. São fatos que fazem parte de uma questão do passado, de uma pessoa amiga de infância dele... Zero possibilidade de conexão do David com a criminalidade, facção criminosa, tráfico de drogas. Zero possibilidade", disse a defesa.
Devido ao processo, David não pode deixar o território nacional sem autorização prévia e, como também está proibido de manter contato com outros investigados e testemunhas. Além disso, o atacante deverá comparecer periodicamente à Justiça para cumprir obrigações estabelecidas.
Caso exista descumprimento injustificado das medidas, o atacante terá prisão preventiva decretada mediante decisão da justiça. No fim de agosto, o atacante foi detido por suspeita de financiamento ao tráfico de drogas e participação em organização criminosa, mas foi liberado após prestar depoimento.
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