O preferido do Estrategista

Ao que tudo indica, a comunicação do Acre deverá ficar com o jornalista Lucas de Godoi, faltam poucos detalhes. O motivo da escolha se deu mais pela confiança construída na campanha.
Jogo jogado
Na antessala, onde Madson Cameli era entrevistado pelo ac24horas, o deputado Clodoaldo Rodrigues o esperava para uma reunião fechada. Com certeza o assunto Mesa Diretora foi o prato principal na hora da merenda. O jogo está sendo jogado. Quem duvidar, pode ficar para trás.
Sonho distante
O sonho de comandar a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Rio Branco parece estar cada vez mais distante para o vereador Bruno Moraes. Isso porque o prefeito Alysson Bestene ainda não sinalizou apoio ao parlamentar. Com esse cenário, três nomes começam a ganhar força na disputa: Aiache, Elzinha e Felipe Tchê. É aguardar para ver quem vai levar a melhor!
Insatisfação no PT
Nos bastidores da esquerda acreana, o descontentamento com a atuação do ex-governador e ex-senador Jorge Viana durante a campanha presidencial no Acre ficou evidente. Alguns petistas avaliam que JV escondeu Lula de sua própria campanha. Na avaliação desses integrantes do partido, a estratégia teve um preço: mais uma derrota nas urnas.

Tentando cavar
Setores do governo interpretaram a entrevista do prefeito de Feijó, Railson Correia, sobre sua saída do Republicanos para ingressar no PP, como uma tentativa bastante explícita de cavar um pênalti. Um secretário chegou a ironizar que o prefeito queria chegar ao paraíso sem antes passar pelo purgatório.
Clássico
Todo fim de governo com transição para o mesmo grupo político gera um pequeno caos interno. Já é um clássico. A transição de Mailza para ela mesma está uma loucura. Assim como foi de Jorge para Jorge e de Binho adiante.
Acuado
Quem está nas cordas, acuado, é Luiz Tchê. A Seagri mostrou força nestas eleições? Mais ou menos. Tchê conseguiu 10 mil votos. A expectativa era entre 12 e 15 mil. Houve traição. Sem contar que Vagner Sales já “bateu nos pêitu” e apontou para a Seagri como alvo. Na secretaria, está um corre-corre danado de uma sala para outra, cafezinho para cá, fofoca para lá. O frenesi é intenso entre cargos comissionados e empresas terceirizadas.
Imagine
Imagine o leitor um governo inteiro assim. E não é algo específico deste governo. Toda estrutura depende de uma central de comando. Se Mailza Assis Camelí tinha algum resquício de compromisso com cargos ligados a Gladson, isso acabou no último domingo. Mailza se batizou e debutou no mesmo dia. A emancipação foi com força. Agora é governar. E governar é decidir. E isso sempre deixa fissuras. A arte é fazer isso com o mínimo trauma.
Secom
Na Secom, então… o clima é de quase desespero. Após a saída de Nayara Lessa, a secretaria ficou sem interlocução. A insegurança é maior porque não há filtro político mediado por ninguém. Está com porteira aberta, integralmente, sob a tutela do Gabinete Civil. É terreno aberto também para a Segov.
Estratégia
Quem tiver estômago que aguente! O escriba precisa assistir por força da profissão. Mas é preciso uma paciência de Jó para ver os vídeos, agora diários, do senador Marcio Bittar. Parece que, agora, faz parte de uma estratégia de marketing de padaria demonstrar fidelidade ao clã Bolsonaro. Informações deturpadas, enviesadas para caber no entendimento da bolha.

Aliás
Aliás, é apenas para isso mesmo: o moço fala para a bolha que toma detergente aqui no Acre e ora para pneu, com a expectativa de que algum abençoado e ungido mande para alguém com o sobrenome Bolsonaro. Pode ser que seja até o Renan. Como é dura a vida de um adulador!
Oportunidade de Mailza
Se o leitor observar com algum cuidado, vai perceber que houve uma mudança significativa no perfil da representação acreana na Câmara dos Deputados. Socorro Neri, Fábio Rueda, Júnior Betão, Pedro Longo, José Adriano e Perpétua. Com esses parlamentares, é possível o Gabinete Civil do Governo do Acre abrir uma linha de diálogo com o Palácio do Planalto como há muito tempo não se via. Nenhum desses seis é radical. A observação nem cabe à Perpétua, que já integra a base de apoio de Lula. Mas os outros cinco podem construir um ambiente de interlocução efetiva com o Governo Federal, que vai precisar de votos para projetos estratégicos na Câmara dos Deputados. Mailza tem seis cartas poderosas para diálogo. Os dois únicos deputados que representam a turma do detergente, do pneu e dos celulares intergalácticos são Ulysses Araújo e Roberto Duarte.
Bye
Dizem nos corredores que a CGE deve ter um dono da cozinha de Mailza. Tchau, mocinha!
Segurança
O Acre registrou a maior queda do país no pilar de Segurança Pública do Ranking de Competitividade dos Estados 2026. Segundo o Centro de Liderança Pública (CLP), o estado perdeu 12 posições, passando do 12º para o 24º lugar. O recuo foi influenciado pelos indicadores de feminicídio, mortalidade no trânsito e internações decorrentes de acidentes de trânsito.
Rodovias
O Acre ocupa a 27ª e última posição nacional no indicador de Qualidade das Rodovias do Ranking de Competitividade dos Estados 2026. O estado perdeu duas colocações em relação à edição anterior. A avaliação utiliza dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), referentes a 2025, e considera as condições da malha rodoviária pesquisada.
Bolsas
O Acre alcançou a terceira posição nacional no indicador de bolsas de mestrado e doutorado do ranking do CLP. O levantamento considera a proporção de estudantes de pós-graduação contemplados com bolsas de instituições federais e fundações estaduais de pesquisa. Os dados são referentes a 2025 e colocam o estado entre os três primeiros do Brasil.
Aviação
O Acre aparece na 26ª posição nacional em disponibilidade de voos domésticos diretos, ficando à frente apenas de Roraima. O indicador integra o pilar de Infraestrutura do ranking do CLP e utiliza informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), referentes a 2025. O estado manteve a mesma colocação da edição anterior.
Infraestrutura
O Acre ocupa o 25º lugar nacional no pilar de Infraestrutura do Ranking de Competitividade dos Estados 2026, com nota normalizada de 18,5 pontos. Apesar da posição desfavorável, avançou uma colocação em relação ao levantamento anterior. O pilar reúne dez indicadores relacionados a transporte, energia, telecomunicações e saneamento.
Educação
O Acre aparece na 26ª posição nacional no pilar de Educação do Ranking de Competitividade dos Estados 2026. A avaliação considera indicadores de aprendizagem, desempenho escolar, frequência e acesso ao ensino. O estado recebeu nota normalizada de 10,7 pontos, permanecendo entre os últimos colocados do país.
Gestão
A eficiência da máquina pública é um dos pontos mais desfavoráveis do Acre no ranking do CLP. O estado ocupa a 26ª posição nacional, com 19,3 pontos. O levantamento considera custos administrativos, eficiência do Judiciário, transparência, serviços digitais e indicadores relacionados à estrutura do funcionalismo público.
Inovação
O Acre ocupa a 16ª posição nacional no pilar de Inovação, com 37,3 pontos no Ranking de Competitividade dos Estados 2026. O resultado representa avanço de seis colocações em relação à edição anterior. O desempenho combina indicadores de pesquisa científica, bolsas de pós-graduação, patentes e investimentos em pesquisa e desenvolvimento.
Pesquisa
Apesar do desempenho favorável na distribuição proporcional de bolsas de pós-graduação, o Acre ocupa a 26ª posição nacional em investimentos públicos em pesquisa e desenvolvimento. No indicador de patentes, aparece em 23º lugar. Os resultados integram o pilar de Inovação do ranking do Centro de Liderança Pública.
Mercado
O Acre alcançou a sexta posição nacional no pilar de Potencial de Mercado do Ranking de Competitividade dos Estados 2026. Com 73,5 pontos, esse foi o melhor desempenho do estado entre os dez pilares avaliados. O resultado contrasta com as posições ocupadas em educação, infraestrutura e eficiência da administração pública.
Ver nota original ↗
¿Querés un resumen rápido de esta noticia, hecho por nuestra IA?
