O Povo
31/10/2026 23:00

Seis araras-canindé são resgatadas durante abordagem policial em fortaleza

Segurança Pública

Homem que estava em posse dos animais tem antecedentes criminais por receptação, resistência e crimes ambientais; suspeito foi multado em R$ 30 mil

Por Kleber Carvalho

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Publicado às 22:35, 31/10/2026

Araras-canindé estavam escondidas no porta-malas do carro do suspeito
Araras-canindé estavam escondidas no porta-malas do carro do suspeito Crédito: Polícia Militar do Estado do Ceará/Divulgação

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Resumo

  • Seis araras-canindé foram resgatadas pela polícia durante uma abordagem de rotina realizada em Fortaleza;

  • Os animais eram transportados no porta-malas do veículo de um homem de 45 anos;

  • O Batalhão de Polícia do Meio Ambiente aplicou uma multa de R$ 30 mil devido à infração ambiental;

  • O suspeito abordado já possuía antecedentes criminais por receptação, resistência e outros crimes ambientais;

  • Um Termo Circunstanciado de Ocorrência foi lavrado contra o homem no 13º Distrito Policial por novo crime ambiental.

Seis araras-canindé, espécie característica da Mata Atlância brasileira, foram resgatadas durante uma abordagem policial realizada nessa sexta-feira, 30, em Fortaleza. Os animais estavam sob posse de um homem de 45 anos, que foi conduzido ao 13º Distrito Policial (13º DP) por crime ambiental.

O caso foi repassado ao Batalhão de Polícia do Meio Ambiente (BPMA) que adotou as providências administrativas cabíveis, incluindo a aplicação de multa no valor de R$ 30 mil.

Suspeito possui antecedentes por crime ambiental

Segundo informações da Polícia Militar do Estado do Ceará (PMCE), o homem que estava com os animais já possui antecedentes criminais por receptação, resistência e crimes ambientais.

Após a abordagem ele foi conduzido ao 13º Distrito Policial (13º DP), onde teve um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) lavrado em seu disfavor por novo crime ambiental.

O documento substitui o Boletim de Ocorrência (B.O) em crimes considerados leves, com pena máxima de até dois anos, conforme disposto na Lei de Juizados Especiais Cíveis e Criminais.

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