Colômbia confirma casos de malária vindos do Congo e investiga ebola
Teste para ebola faz parte da vigilância epidemiológica e ainda não há suspeita da doença. Um dos pacientes com malária faleceu
31/10/2026 23:12
, atualizado 31/10/2026 23:20

Dois cidadãos colombianos vindos da República Democrática do Congo (RDC) testaram positivo para malária causada pelo protozoário Plasmodium falciparum. A confirmação levou o Ministério da Saúde da Colômbia e o Instituto Nacional de Saúde (INS) a intensificarem as ações de vigilância epidemiológica na região de Valle del Cauca.
De acordo com as informações, um paciente, de 33 anos, faleceu neste sábado (31/10) em um hospital em Palmira. Já o segundo paciente, de 50 anos, está vivo e permanece em isolamento e sob cuidados médicos em Cali.
O histórico de viagem à República Democrática do Congo e o quadro febril dos pacientes levaram à ativação de protocolos de vigilância para descartar outras doenças de interesse público, como o ebola. As amostras foram coletadas e seguem em análise laboratorial.
O Ministério da Saúde e o INS trabalham em sintonia com órgãos locais e unidades médicas para acompanhar os casos, processar exames e aplicar os protocolos sanitários. Em nota oficial, o governo enfatizou que as medidas adotadas fazem parte dos procedimentos de rotina para eventos de interesse em saúde pública e que novos desdobramentos serão informados pelos canais oficiais.
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Surto de ebola no Congo
Mais de 5 mil pessoas morreram na República Democrática do Congo após serem infectadas pelo ebola desde o início do surto da doença no país, em maio deste ano. A informação foi divulgada neste sábado pelo Ministério da Saúde local.
Ao todo, autoridades de saúde locais contabilizam 5.026 mortes em decorrência da doença, que ainda deixou outras 10.351 mil infectadas. O número de pessoas recuperadas é de 2.788 mil.
Segundo o Ministério da Saúde da RD do Congo, a taxa de letalidade da doença é de quase 50%. Ou seja, metade das pessoas infectadas acabam morrendo após contraírem ebola.
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