TU TAVA LÁ?Há quatro anos, bolsonaristas ocupavam avenida Almirante Barroso e contestavam vitória de Lula Mobilização começou em 31 de outubro de 2022, após a vitória de Lula nas eleições presidenciais, e provocou mudanças no trânsito da avenida Almirante Barroso.
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Em 31 de outubro de 2022, um dia após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais, apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro (PL) – derrotado naquele pleito e a partir de então o único mandatário da República desde a redemocratização a não ser reeleito -, iniciaram uma manifestação em frente ao 2º Batalhão de Infantaria de Selva (2º BIS), localizado na avenida Almirante Barroso, em Belém.
O espaço rapidamente se transformou em um dos principais pontos de concentração de manifestantes na capital paraense. O grupo montou um acampamento em frente à unidade militar e permaneceu no local por mais de dois meses, em uma mobilização que contestava o resultado das urnas.
Entre as reivindicações dos participantes, estavam questionamentos à vitória de Lula e manifestações favoráveis a uma intervenção militar. Os protestos ocorreram em meio a uma onda de mobilizações de apoiadores de Bolsonaro em diferentes cidades brasileiras, após o resultado do segundo turno das eleições de 2022.
Em Belém, a concentração de pessoas e veículos na região provocou impactos na rotina de quem circulava pela Almirante Barroso. Durante o período, os manifestantes ocuparam parte da área em frente ao batalhão e provocaram bloqueios parciais da avenida, com reflexos no fluxo de veículos.
A situação exigiu atenção das autoridades de trânsito e levou a operações para tentar garantir a circulação na via e a desobstrução dos espaços ocupados. A mobilização transformou o entorno do 2º BIS em um ponto de tensão na capital paraense durante o período de transição entre os governos.
Quatro anos depois, o episódio permanece como um dos registros das manifestações realizadas em Belém após a eleição presidencial de 2022, quando grupos de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro contestaram o resultado eleitoral e defenderam pautas antidemocráticas.
Repórter
Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. Apaixonada por gatos. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso. Dentre as coberturas externas, esteve na COP27, em Sharm el-Sheik, no Egito.
Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. Apaixonada por gatos. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso. Dentre as coberturas externas, esteve na COP27, em Sharm el-Sheik, no Egito.
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