Imirante
Festival celebra cultura negra e resistência em programação gratuita
<p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer" href="https://imirante.com/"><strong>SÃO LUÍS -</strong></a> A valorização da identidade, da ancestralidade e da produção cultural negra marca a segunda edição do Festival Cabeça de Nêgo, a ser realizada neste sábado (7), no Centro Cultural Vale Maranhão (Centro Histórico). Integrando a programação do mês da Consciência Negra, o evento tem entrada gratuita e é resultado do Edital Pátio Aberto.</p><p>Idealizado pelo jornalista e DJ Pedro Sobrinho, o festival surgiu em 2019 com a proposta de fortalecer a agenda cultural da capital maranhense, ampliar espaços de representatividade e estimular a formação crítica. A iniciativa também busca valorizar a economia criativa negra e promover experiências de convivência e construção coletiva, tendo a educação antirracista como um de seus principais eixos.</p><p>A programação será dividida em dois momentos. O primeiro começa com uma roda de conversa norteada pelo tema “Somos Todos Black”, que terá como debate central “Afrocentrismo, identidade negra e economia criativa: caminhos para uma educação antirracista em São Luís”. Participam da mesa a jornalista Yara Matos, os turismólogos Shamack Viana e Lucas Diniz e o ator e produtor cultural Jonathan Azevedo.</p><p>O encontro pretende discutir o papel do afroturismo na valorização das memórias, dos territórios e das manifestações culturais negras, além de compartilhar experiências relacionadas à educação, ao empreendedorismo e à economia criativa. A proposta é estimular reflexões sobre como essas iniciativas podem contribuir para a transformação social e para a construção de políticas públicas.</p><h2>Show Afro-Maranhense</h2><p>A partir das 17h, o festival abre espaço para a música com o chamado “Show Afro-Maranhense”. A programação reúne os DJs KL Nego Chico, Seu Garrê e Juarez, além de uma apresentação de reggae do cantor e compositor ludovicense Diego Reis, que terá como convidados o rapper Marco Gabriel e a cantora Dicy.</p><p>O público também poderá conhecer produtos e trabalhos de empreendedores locais em uma feirinha criativa, com participação da marca maranhense de moda Tok Africano e da MVARTES, que trabalha com arte afro e cerâmica plástica, entre outras iniciativas. A programação reforça a proposta do festival de conectar cultura, identidade, empreendedorismo e resistência negra.</p>
📄 Contenido indexado automáticamente. No es de autoría de altabusqueda.com; los derechos pertenecen a su fuente: Imirante.
Ver nota original ↗
Ver nota original ↗
🤖 Profundizá esta noticia con OIMA (IA)
¿Querés un resumen rápido de esta noticia, hecho por nuestra IA?
Respuestas de OIMA · IA, sobre esta noticia ·
Abrir OIMA Chat ↗
