Gazeta Agora: Rogério Marinho tenta impedir a permanência de Alcolumbre no comando do Senado
O Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca que o PL confirma candidatura de Rogério Marinho à presidência do Senado.
O Partido Liberal (PL) confirmou nesta quarta-feira (4) a candidatura do senador Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado Federal em 2027. A decisão foi anunciada após reunião de lideranças da sigla em Brasília e representa uma tentativa de impedir a permanência de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) no comando da Casa.
Atual líder da oposição no Senado, Marinho terá o apoio formal do Novo, que conta com três senadores. Aliados do parlamentar trabalham para conquistar votos individuais de pelo menos sete partidos, mesmo sem a adesão oficial de outras legendas.
Nas contas do grupo, é possível alcançar os 41 votos necessários para vencer a eleição, desde que haja comprometimento integral das bancadas do PL, com 29 senadores, e do Novo, além de dissidências no Republicanos, PP, MDB, Podemos e PSD.
Democratas ganham controle do Congresso e da maioria dos estados americanos
O Partido Republicano, legenda do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sofreu uma dura derrota nas eleições de meio de mandato presidencial, as chamadas midterms, realizadas nesta terça-feira (3).
O partido perdeu para a oposição democrata as pequenas maiorias que ostentava nas duas casas do Congresso americano.
Estavam em disputa as 435 cadeiras da Câmara federal e 35 dos cem assentos no Senado. Também houve eleições para cargos nos estados, condados e municípios americanos.
Segundo dados da agência Associated Press, a apuração indica que os democratas já conquistaram 228 dos assentos na Câmara, sendo que 218 eram necessários para a maioria na casa. Os republicanos somam por ora 139 cadeiras.
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem a redução da maioridade penal
O Senado aprovou em primeiro turno, nesta terça-feira (3), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública por 73 votos favoráveis e nenhum contrário. Os senadores ainda precisam votar o texto em segundo turno e analisar um destaque apresentado pelo PL.
O texto estava previsto para ser votado antes do segundo turno das eleições, no dia 15 de outubro, após a aprovação do calendário especial, que dispensou as cinco sessões de discussão em plenário e o intervalo entre os dois turnos. No entanto, um impasse entre a base do governo e a oposição sobre a redução da maioridade penal fez com o que a matéria fosse retirada de pauta.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), propôs a redução geral da maioridade penal para 16 anos e, no caso de crimes hediondos, para 14 anos. Em reação, o líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), apresentou uma emenda para reduzir a maioridade penal para 16 anos apenas para crimes hediondos.
O Gazeta Agora vai ao ar ao vivo, às 16h30, no YouTube, com apresentação de Carla Lima, comentários de Paulo Polzonoff Jr e participações de Aline Brito direto de Brasília.
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