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05/11/2026 13:36

Nikolas rebate críticas de Alcolumbre: “Cobrança pública não é agressão”

Minas Gerais

Alcolumbre havia reclamado, em discurso no Senado, de lideranças políticas que deixam seus estados para atacá-lo em seu reduto eleitoral

05/11/2026 13:36

, atualizado 05/11/2026 13:40

Reprodução
Nikolas reage a Alcolumbre

Belo Horizonte – O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rebateu, nesta quinta-feira (5/11), críticas do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a uma manifestação realizada pelo parlamentar mineiro no Amapá. Em vídeo publicado nas redes sociais, Nikolas afirmou que a cobrança pelo andamento dos pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) não pode ser tratada como ofensa, agressão ou ameaça.

Alcolumbre havia reclamado, em discurso no Senado, de lideranças políticas que deixam seus estados para atacá-lo em seu reduto eleitoral. Embora não tenha citado Nikolas nominalmente, fez referência ao ato organizado pelo deputado em Macapá em 13 de setembro, durante a campanha eleitoral.

“Sabe o que não está normal, Alcolumbre? Um deputado sair de Minas Gerais, ir ao Amapá fazer uma cobrança pública e o presidente do Senado tratar isso como se fosse uma agressão, uma ofensa ou uma ameaça”, afirmou Nikolas. O parlamentar classificou o protesto como pacífico e disse que os participantes cobravam o exercício de uma atribuição constitucional do Senado.

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Na gravação, Nikolas também criticou decisões tomadas por Alcolumbre à frente do Senado, como a retirada da redução da maioridade penal do texto da PEC da Segurança e a resistência em analisar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo.

O deputado ainda falou sobre notícias de acusações e suspeitas contra o senador.

Ao final, Nikolas vinculou o embate à eleição para a presidência do Senado, marcada para fevereiro de 2027, e disse esperar a substituição de Alcolumbre no comando da Casa. “Eu jamais vou pedir licença a nenhum senador para entrar no estado do Amapá, muito menos para cobrar explicações sobre o trabalho dele”, declarou. “A era de sorrisos e dancinhas de deboche acabou. O Amapá acordou.”

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