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Dino marca audiência no STF para discutir implementação do fim da escala 6x1
<p><strong>BRASIL </strong>– O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o dia 10 de novembro uma audiência de conciliação para discutir a implementação do fim da escala 6x1. A reunião foi convocada após entidades empresariais questionarem judicialmente a emenda constitucional que reduziu a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.</p><p>Dino ressaltou que a audiência não terá como objetivo negociar a redução da jornada ou a ampliação do repouso semanal, previstas na mudança aprovada pelo Congresso Nacional. Segundo o ministro, a finalidade da medida é plenamente constitucional e seu mérito não está sujeito a negociação.</p><ul><li><a target="_blank" rel="noopener noreferrer" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9fyb7ADTOGmgNGLn3n"><strong>Clique aqui para seguir o canal do Imirante no WhatsApp</strong></a></li></ul><p>“<i>A redução da jornada e a ampliação do repouso semanal não estão em negociação</i>”, afirmou.</p><p>O encontro deverá tratar, se possível, dos aspectos práticos necessários à implementação da nova jornada de trabalho.</p><p>Foram convidados para a audiência representantes das confederações sindicais empresariais de âmbito nacional, das centrais sindicais, da Advocacia-Geral da União (AGU), das advocacias da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, além da Procuradoria-Geral da República (PGR).</p><h2>Entidades questionam implementação da nova jornada</h2><p>A audiência foi marcada no âmbito de uma ação apresentada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que pediu ao STF o adiamento do cronograma de implementação da redução da jornada de trabalho.</p><p>Dino também determinou que a Câmara dos Deputados e o Senado Federal apresentem, no prazo de cinco dias, respostas à ação.</p><p>O processo chegou ao Supremo na quarta-feira (4). Horas depois, a Corte recebeu outro questionamento à emenda constitucional que trata do fim da escala 6x1, apresentado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).</p>
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