queda da janela Márcia Sensitiva fala sobre morte de paraense em hotel: "Ela está em perturbação" A sensitiva Márcia Fernandes, conhecida como Márcia Sensitiva, comentou a morte de Renata Rebeca Saldanha dos Santos, que caiu do 7º andar de um hotel em São Luís. Ela afirmou que o espírito da jovem estaria em perturbação.
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A morte de Renata Rebeca Negrão Saldanha dos Santos, de 26 anos, continua a repercutir nas redes sociais agora com uma declaração da sensitiva Márcia Fernandes, conhecida como Márcia Sensitiva, durante o programa “Melhor da Tarde”, da Band, nesta quinta-feira (5).
Ao comentar o caso, ela afirmou que o espírito da jovem estaria em um estado de perturbação após a morte.
“Ela está em perturbação. Ela não aceitou, não entendeu e tem que rezar muito para essa menina. Quando você morre num desastre, dessa forma, você acorda e pergunta: ‘onde eu tô?’. Todo mundo é socorrido, mas nem todo mundo quer ir. Ela está assustadíssima. Olha, gente. Eu estou toda arrepiada”,
disse.
Márcia Sensitiva seguiu recomendando o que se pode fazer pela paraense agora.
“Dezesseis missa pra essa moça, seja da religião que você for, porque o nome dela no Oráculo, agora, vai ser importante pra ela receber energia. Todos nós no lugar dela estaríamos assustados. Mesmo eu, que entendo muito bem da morte”,
comentou.
“Eu levaria o maior choque da vida. Sentar num lugar e morrer. Imagina uma menina dessas com dois filhos. Ela vai ficar grudada nos filhos”,
afirmou.
A declaração foi feita durante uma conversa sobre a passagem da vida física para o plano espiritual. A sensitiva apresentou sua interpretação sobre o que poderia acontecer com a jovem após o acidente, utilizando conceitos ligados às suas crenças espiritualistas.
A participação repercutiu por envolver um caso que causou comoção no Pará e no Maranhão. Renata morreu na madrugada de terça-feira (3), após cair da janela do sétimo andar do Rio Poty Hotel, localizado no bairro Ponta d’Areia, em São Luís.
Como aconteceu a morte de Renata Rebeca?
Renata morreu após cair do sétimo andar do Rio Poty Hotel, em São Luís, na madrugada de 3 de novembro. Ela estava na capital maranhense desde o dia 28 de outubro, acompanhando o namorado, que participaria de um campeonato de pôquer.
Imagens das câmeras de segurança do estabelecimento registraram os momentos anteriores à queda. Nas gravações, o casal aparece caminhando pelo corredor do hotel e procurando a chave do quarto.
Em determinado momento, Renata se senta no batente de uma janela e apoia as costas em uma estrutura de alumínio. A peça se desprende, provocando a queda da jovem.
De acordo com o delegado George Marques, da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), as imagens indicam que a ocorrência foi acidental. A Polícia Civil informou que, até o momento, não foram identificados indícios de agressão ou participação do namorado no episódio.
O companheiro foi ouvido pelos investigadores e liberado.
Perícia investiga estrutura da janela do hotel
Apesar de a Polícia Civil apontar a queda como acidental, as circunstâncias relacionadas à segurança da estrutura continuam sendo investigadas.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão informou que a Perícia Oficial realizou exames no hotel para identificar o que provocou o desprendimento da estrutura de alumínio.
Os trabalhos incluem a análise da instalação e das condições da janela. Até o momento, não havia conclusão técnica sobre as causas do desprendimento nem sobre possíveis irregularidades.
Em nota, o Rio Poty Hotel lamentou a morte e afirmou que está colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação.
Quem era Renata Rebeca?
Renata Rebeca tinha 26 anos, era natural de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém, e cursava Administração. A jovem era mãe de duas crianças pequenas.
O corpo chegou ao Pará nesta quinta-feira (5), e familiares e amigos se reuniram para prestar as últimas homenagens. A mãe da jovem, Bety Negrão, também falou sobre a dor da perda e cobrou esclarecimentos sobre o ocorrido.
Em entrevista repercutida pelo UOL e pelo Imirante, ela lamentou que a filha tivesse saído para uma viagem e retornado sem vida.
A morte provocou manifestações de pesar nas redes sociais, onde amigos compartilharam lembranças e mensagens de despedida.
Editor
Luiz Octávio Lucas é jornalista formado pela Universidade Federal do Tocantins no curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e especializações em
Luiz Octávio Lucas é jornalista formado pela Universidade Federal do Tocantins no curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e especializações em
Repórter
Jornalista profissional e repórter do Diário do Pará desde 2011, com 15 anos de experiência em jornalismo impresso. Atua principalmente na cobertura de meio ambiente, divulgação científica, história e patrimônio. Possui MBA em Jornalismo Digital e pós-graduação em Sustentabilidade e Responsabilidade Social. Atuou na cobertura internacional das conferências do clima da ONU: COP28 (Dubai, 2023), COP29 (Baku, 2024) e COP30 (Belém, 2025).
Jornalista profissional e repórter do Diário do Pará desde 2011, com 15 anos de experiência em jornalismo impresso. Atua principalmente na cobertura de meio ambiente, divulgação científica, história e patrimônio. Possui MBA em Jornalismo Digital e pós-graduação em Sustentabilidade e Responsabilidade Social. Atuou na cobertura internacional das conferências do clima da ONU: COP28 (Dubai, 2023), COP29 (Baku, 2024) e COP30 (Belém, 2025).
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