CidadesDupla é condenada a 22 anos de prisão por executar mulher em frente aos filhos em Rio PretoOs réus foram, ambos com 21 anos, foram condenados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, corrupção de...por Da RedaçãoPublicado em 06/11/2026 às 08:36
O Tribunal do Júri condenou, nesta quinta-feira, 6, Kalyson Signorini de Angelo e Roberto Antônio Brito de Souza pelo homicídio de Júnia Calixto. Cada um deverá cumprir pena de 22 anos e seis meses de prisão. O crime ocorreu em agosto de 2024, no bairro João Paulo 2º, em Rio Preto. Júnia foi morta aos 26 anos a tiros em frente aos dois filhos, de 2 e 4 anos de idade.
Os réus foram, ambos com 21 anos, foram condenados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, corrupção de menores e fraude processual.
A investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios. "O trabalho investigativo, desenvolvido com rigor técnico, persistência e aprofundamento na análise dos elementos probatórios, foi fundamental para a completa elucidação do homicídio, a identificação dos envolvidos e a reconstrução da dinâmica criminosa, mesmo diante de tentativas deliberadas de ocultar a autoria e comprometer as provas", afirmou a Polícia Civil em nota.
O crime
Segundo a Polícia Civil, Júnia foi morta após ignorar a ordem de não vender drogas na região mantida por Kalyson e Roberto.
A apuração aponta que Roberto matou Júnia com sete tiros, a mando de Kalyson. Além do apoio de José Guilherme Louzano Junior, 19, para convencer um adolescente de 13 anos a assumir o crime.
Três dias depois, os policiais receberam a denúncia falsa de que o executor de Júnia estaria em um serv-festa coma a arma utilizada no crime. O laudo confirmou que a arma era a mesma, mas o adolescente estava em outro local no momento do crime.
“Objetivou-se com a morte de Junia também assegurar a execução e vantagem do tráfico de drogas, pois Junia sendo informante de policiais, a atuação policial poderia impedir ou dificultar o tráfico de drogas por Kalyson e Roberto. A torpeza consistiu em eliminar uma concorrente do tráfico de drogas”, escreveu promotor Evandro Ornelas Leal.
A dupla Kalyson e Roberto foi identificada pela Polícia Civil, mas já estava em prisão preventiva por tentativa de homicídio. O outro envolvido, José Guilherme, foi morto por policiais militares do 9º Baep em fevereiro de 2025 no momento da prisão. Segundo a equipe policial, José tentou fugir e, após ser encurralado pelos agentes, trocou tiros com a equipe.
Ver nota original ↗
¿Querés un resumen rápido de esta noticia, hecho por nuestra IA?
