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Após "abraços de afogados", palacianos e dinistas mantém guerra
<p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer" href="https://imirante.com/sao-luis">SÃO LUÍS</a> - Quando terminou o primeiro turno das eleições deste ano, o deputado federal reeleito Márcio Jerry (PCdoB) enviou mensagem ao governador Carlos Brandão (MDB) falando da derrota do antigo grupo governista que teve início no pleito de 2014. O comunista quis mostrar que não houve vitória para esse grupo e que foi, no fim de tudo, "abraço de afogados" o resultado das urnas para palacianos e dinistas.</p><p>Mas mesmo com a constatação, ainda não houve trégua na guerra civil que se tomou de conta da base governista de 2014. </p><p>Nas redes sociais, os dinistas (maioria não conseguiu vitória nas urnas) mantém as críticas ácidas ao governador Carlos Brandão e constantes denúncias sobre irregularidades na administração do estado.</p><p>Em contraataque, Brandão usa as redes para dizer que as eleições temrinaram, mas o trabalho continua e que as disputas políticas atrapalham o andamento da administração.</p><p>Existe ainda a sombra constante de possíveis decisões judiciais que deixam o sinal de alerta de muitos palacianos o tempo todo ligado.</p><p>O fato é que a confusão que teve início no fim de 2022 e início de 2023 e que foi só crescendo parece que não terminará em janeiro de 2027. Até se pensou que poderia terminar logo depois do resultado das eleições, mas não aconteceu. </p><p>A briga, ódio, mágoa e rancor dos dois lados do ex-grupo governista deve continuar. Mas com ambos fora das definições do rumo do Maranhão porque os dois lados tiveram o “abraço dos afogados”.</p>
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