Editar Operação no PI: drogas eram enviadas de São Paulo para abastecer Teresina e Valença
A polícia identificou a atuação de uma célula da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no tráfico de drogas entre o Piauí e o estado de São Paulo. Segundo o coordenador do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (DENARC), delegado Samuel Silveira, os entorpecentes eram enviados de São Paulo para abastecer Teresina e Valença do Piauí.
A investigação apontou que a célula criminosa atuava no transporte, armazenamento e distribuição de entorpecentes. “Essa droga era enviada pelo estado de São Paulo e alimentava a cidade de Valença e também parte de Teresina”, disse o delegado.
Na manhã desta sexta-feira (6), foi deflagrada uma operação nas três cidades, com o cumprimento de dez ordens judiciais, entre mandados de prisão e de busca e apreensão, visando combater a atuação da facção. Até o momento, oito pessoas foram presas. Entre elas, o advogado identificado como Francisco Batista de França Júnior.
Essa célula do PCC, que nós diagnosticamos no olhar do estado polícia, ou seja, por meio da investigação se se diagnosticou a presença de um indivíduo que exerceria a função de advogado, mas no olhar da investigação corroborado pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário, ele seria um integrante dessa facção num link entre a cidade de Valença, Teresina e o estado de São Paulo.
Durante as diligências, foram apreendidas drogas e coletados novos indícios de provas que devem fortalecer esta e futuras investigações em andamento. O delegado também destacou a importância dos suspeitos presos:
Eu posso declinar que todas as prisões foram de pessoas de relevância dentro da facção criminosa PCC. Além do desse indivíduo, o advogado, o indivíduo de prenome Marlon, que representava a criminalidade violenta na cidade de Valença, foi preso, afirmou.
INVESTIGAÇÕES
A ação foi deflagrada após investigações apontarem a participação de diversas pessoas em uma estrutura criminosa ligada ao tráfico de drogas, com atuação em diferentes localidades. Conforme o departamento, há indícios de que os suspeitos utilizavam imóveis para ocultar cargas de drogas, administrar recursos financeiros e manter pontos de apoio aos crimes.
As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos, esclarecer a movimentação financeira e aprofundar a apuração.
QUEM PARTICIPOU DA OPERAÇÃO?
A operação contou com a atuação integrada das Polícias Civil e Militar, com a participação de equipes do BEPI, BOPE, RONE e BOPAER, além da Força Tática do 23º Batalhão da Polícia Militar de Valença e do apoio da Delegacia Seccional do município.
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