O Povo
06/11/2026 11:31

Veja prédio da Caixa antes e depois do desabamento da marquise

Fortaleza

Não há registro de feridos no incidente. O POVO esteve no local no final de outubro, após denúncia de leitores sobre as condições de abandono do prédio

Por Kleber Carvalho

Notícia

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Atualizado às 11:10, 06/11/2026 | Publicado às 11:06, 06/11/2026

Prédio da Caixa econômica após o desabamento de marquise, em Fortaleza
Prédio da Caixa econômica após o desabamento de marquise, em Fortaleza Crédito: FÁBIO LIMA

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Resumo

  • A marquise do antigo prédio da Caixa Econômica Federal na avenida Barão de Studart, em Fortaleza, desabou na madrugada de sexta-feira sem deixar feridos registrados;

  • A Defesa Civil esteve no local semanas antes do acidente e isolou a calçada com fita zebrada ao identificar o estado de abandono da estrutura;

  • O proprietário do imóvel já havia sido autuado pela Agência de Fiscalização de Fortaleza devido à falta de conservação do prédio e irregularidades na calçada;

  • As vistorias dos órgãos de fiscalização foram motivadas por denúncias enviadas por leitores do jornal O POVO alertando sobre os riscos do imóvel;

  • O jornal disponibiliza canais de atendimento via WhatsApp e e-mail para que a população envie sugestões de pauta e alertas sobre infraestrutura.

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise
Crédito: Kaio Pimentel

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise
Crédito: Kaio Pimentel

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise
Crédito: Kaio Pimentel

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise
Crédito: Kaio Pimentel

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise
Crédito: Kaio Pimentel

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise
Crédito: Kaio Pimentel

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise
Crédito: Kaio Pimentel

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise
Crédito: Kaio Pimentel

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise
Crédito: Kaio Pimentel

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise
Crédito: Kaio Pimentel

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise

Prédio da Caixa Econômica após desabamento de Marquise
Crédito: Kaio Pimentel

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise
Crédito: FERNANDA BARROS

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise
Crédito: FERNANDA BARROS

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise
Crédito: FERNANDA BARROS

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise
Crédito: FERNANDA BARROS

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise
Crédito: FERNANDA BARROS

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise
Crédito: FERNANDA BARROS

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise
Crédito: FERNANDA BARROS

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise

Prédio da Caixa Econômica antes do desabamento de marquise
Crédito: FERNANDA BARROS

Defesa Civil de Fortaleza informou que esteve no local no dia 29 de outubro e que encontrou o prédio em aparente estado de abandono, sem portas e janelas e com desprendimento de partes da estrutura em alguns pontos.

"O perímetro em risco, próximo à calçada com circulação de pedestres, foi isolado com fita zebrada. Já está sendo feita a investigação para identificação do proprietário e posterior notificação", diz o texto enviado pela pasta.

Segundo trabalhadores da região, a fita zebrada colocada pela Defesa Civil havia sido arrancada por pessoas em situação de rua da região. Diante disso, a Defesa Civil isolou novamente o espaço.

O POVO procurou a Secretaria de Seguranaça Pública e Defesa Social (SSPDS) para saber se há registro de furtos no local e aguarda retorno.

Parte da Barão de Studart foi interditada 

A parte da avenida Baraão de Studart que fica em frenao prédio foi bloqueada pela Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) para facilitar o atendimento à ocorrência.

O local já havia sido autuado por falta de fechamento e conservação no final de outubro, além de irregularidades relacionadas à conservação da calçada. Equipe da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) esteve no local semanas antes do desabamento após solicitação do O POVO.

Também procurada, a Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) pontuou já ter autuado o proprietário pela falta de fechamento e conservação, conforme previsto no Art. 885 do Código da Cidade (Lei Complementar nº 270/2019), que classifica a conduta como infração grave.

"A agência reforça que o proprietário do imóvel também já havia sido autuado em setembro por irregularidades relacionadas à conservação da calçada. Em relação a situações envolvendo invasões, furtos e depredações, a Agefis ressalta que a apuração dessas ocorrências é de competência dos órgãos de segurança pública", complementa a Agência, em nota.

Prédio foi fiscalizado após denúncia de leitores do O POVO; veja como entrar em contato

As visitas da Agefis e Defesa Civil ao antigo prédio da Caixa Econômica ocorreram a partir de denúncias dos leitores do O POVO. Mensagens enviadas através do Whatsapp da redação do jornal apontavam para situação de abandono e risco de acidente.

O POVO enviou uma equipe ao local e entrou em contato com as pastas de fiscalização e defesa civil da Capital.

O canal é aberto ao público, que pode entrar em contato por meio do número e enviar sugestões de pautas e denúncias.

As sugestões de pauta devem ser enviadas através de mensagem para o número (85) 99123 1328.

Além do novo serviço via WhatsApp, os leitores também podem entrar em contato com o jornal por outros meios. Confira abaixo:

  • Através do e-mails de todos os jornalistas, divulgados nas matérias no portal online e impresso
  • Pelos comentários abertos nas redes sociais
  • Em matérias e artigos do O POVO+
  • Contato direto com o ombudsman: (85) 98893 9807 (WhatsApp) ou [email protected] (e-mail)
  • Atualmente, O POVO e Folha de S.Paulo são os únicos jornais brasileiros com um profissional encarregado de estabelecer um canal de comunicação direta com os leitores. O cargo atualmente é desempenhado pelo jornalista João Marcelo Sena.

Com informações de Kaio Pimentel

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