Veja prédio da Caixa antes e depois do desabamento da marquise
Não há registro de feridos no incidente. O POVO esteve no local no final de outubro, após denúncia de leitores sobre as condições de abandono do prédio
Por Kleber Carvalho
Notícia
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Atualizado às 11:10, 06/11/2026 | Publicado às 11:06, 06/11/2026
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Resumo
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A marquise do antigo prédio da Caixa Econômica Federal na avenida Barão de Studart, em Fortaleza, desabou na madrugada de sexta-feira sem deixar feridos registrados;
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A Defesa Civil esteve no local semanas antes do acidente e isolou a calçada com fita zebrada ao identificar o estado de abandono da estrutura;
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O proprietário do imóvel já havia sido autuado pela Agência de Fiscalização de Fortaleza devido à falta de conservação do prédio e irregularidades na calçada;
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As vistorias dos órgãos de fiscalização foram motivadas por denúncias enviadas por leitores do jornal O POVO alertando sobre os riscos do imóvel;
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O jornal disponibiliza canais de atendimento via WhatsApp e e-mail para que a população envie sugestões de pauta e alertas sobre infraestrutura.
Defesa Civil de Fortaleza informou que esteve no local no dia 29 de outubro e que encontrou o prédio em aparente estado de abandono, sem portas e janelas e com desprendimento de partes da estrutura em alguns pontos.
"O perímetro em risco, próximo à calçada com circulação de pedestres, foi isolado com fita zebrada. Já está sendo feita a investigação para identificação do proprietário e posterior notificação", diz o texto enviado pela pasta.
Segundo trabalhadores da região, a fita zebrada colocada pela Defesa Civil havia sido arrancada por pessoas em situação de rua da região. Diante disso, a Defesa Civil isolou novamente o espaço.
O POVO procurou a Secretaria de Seguranaça Pública e Defesa Social (SSPDS) para saber se há registro de furtos no local e aguarda retorno.
Parte da Barão de Studart foi interditada
A parte da avenida Baraão de Studart que fica em frenao prédio foi bloqueada pela Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) para facilitar o atendimento à ocorrência.
O local já havia sido autuado por falta de fechamento e conservação no final de outubro, além de irregularidades relacionadas à conservação da calçada. Equipe da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) esteve no local semanas antes do desabamento após solicitação do O POVO.
Também procurada, a Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) pontuou já ter autuado o proprietário pela falta de fechamento e conservação, conforme previsto no Art. 885 do Código da Cidade (Lei Complementar nº 270/2019), que classifica a conduta como infração grave.
"A agência reforça que o proprietário do imóvel também já havia sido autuado em setembro por irregularidades relacionadas à conservação da calçada. Em relação a situações envolvendo invasões, furtos e depredações, a Agefis ressalta que a apuração dessas ocorrências é de competência dos órgãos de segurança pública", complementa a Agência, em nota.
Prédio foi fiscalizado após denúncia de leitores do O POVO; veja como entrar em contato
As visitas da Agefis e Defesa Civil ao antigo prédio da Caixa Econômica ocorreram a partir de denúncias dos leitores do O POVO. Mensagens enviadas através do Whatsapp da redação do jornal apontavam para situação de abandono e risco de acidente.
O POVO enviou uma equipe ao local e entrou em contato com as pastas de fiscalização e defesa civil da Capital.
O canal é aberto ao público, que pode entrar em contato por meio do número e enviar sugestões de pautas e denúncias.
As sugestões de pauta devem ser enviadas através de mensagem para o número (85) 99123 1328.
Além do novo serviço via WhatsApp, os leitores também podem entrar em contato com o jornal por outros meios. Confira abaixo:
- Através do e-mails de todos os jornalistas, divulgados nas matérias no portal online e impresso
- Pelos comentários abertos nas redes sociais
- Em matérias e artigos do O POVO+
- Contato direto com o ombudsman: (85) 98893 9807 (WhatsApp) ou [email protected] (e-mail)
- Atualmente, O POVO e Folha de S.Paulo são os únicos jornais brasileiros com um profissional encarregado de estabelecer um canal de comunicação direta com os leitores. O cargo atualmente é desempenhado pelo jornalista João Marcelo Sena.
Com informações de Kaio Pimentel
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