Federasul critica condução da reforma tributária e defende adiamento para 2028
A falta de planejamento e a instabilidade na condução da reforma tributária comprometem a capacidade de organização das empresas e aumentam a insegurança dos contribuintes. A avaliação é de Milton Terra Machado, vice-presidente jurídico da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) e professor de Direito Tributário da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Em entrevista ao Jornal do Comércio, ele criticou a forma como o governo federal e o Congresso Nacional vêm conduzindo a implementação do novo sistema de tributação e defendeu que a entrada em vigor das novas regras seja adiada para 2028.
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