Padrasto de bebê morta em Samambaia com sinais de violência é preso
A bebê de 1 ano e 3 meses morreu em 25 de outubro após ser encaminhada em parada cardiorrespiratória a uma UPA em Samambaia (DF)
06/11/2026 15:49
, atualizado 06/11/2026 15:59

Dez dias após a dias da morte de Alice Fraga Delgado de Oliveira, de 1 ano e 3 meses, em Samambaia, o padrastro da criança foi preso nesta sexta-feira (6/11). Ele é suspeito de provocar a morte da criança.
A menina morreu em 25 de outubro, após dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência pelo corpo. As investigações do caso são conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), através da 32ª Delegacia de Polícia, que realizou a prisão do suspeito.
Veja momentos da criança em vida:
Ao Metrópoles, um familiar, que preferiu não se identificar, relatou que os parentes tiveram acesso à certidão de óbito da menina.
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O documento aponta que a causa da morte foi hemorragia aguda, hemopneumotórax, politraumatismo e ação contundente.
Justiça
O familiar também relatou sobre como a morte da menina causou uma grande comoção entre os parentes, amigos e até mesmo nas pessoas que não conheciam a criança. Segundo ele, todos os custos do velório e sepultamento foram pagos por meio de doações.
“Foram pessoas que amam a nossa família, que se sensibilizaram e fizeram doações para que ela [bebê] tivesse aquele velório”, contou.

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Família segue sem respostas 10 dias após morte de bebê de 1 ano e 3 meses
Material cedido pela família
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A criança faleceu em 25 de outubro
Material cedido pela família
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O laudo do IML pode ser crucial para finalizar o caso
Material cedido pela família
Entenda
- Alice morreu em 25 de outubro, três dias após a Justiça negar um pedido do Conselho Tutelar de Samambaia para afastá-la da mãe, do padrasto e da babá.
- A solicitação foi feita após após profissionais de saúde identificarem lesões no corpo da criança.
- O episódio em questão ocorreu em 13 de outubro, quando a bebê foi levada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e, posteriormente, para o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Na quinta-feira (22/10), a Justiça indeferiu o pedido de afastamento.
- Durante o atendimento na UPA, profissionais identificaram hematomas que aparentavam estar em diferentes estágios de evolução. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) confirmou que a menina chegou à unidade em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência.
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