Polícia06 de novembro de 2026Polícia Civil prende suspeito de perseguir e atacar mulheres nas redes sociais no RN
Redação Tribuna do Norte • 06 de novembro de 2026 • 15h47

Um homem de 29 anos, investigado pela prática reiterada do crime de perseguição, conhecido como stalking, foi preso pela Polícia Civil do RN na tarde desta quinta-feira (5). Segundo as investigações das autoridades, ele tinha diversas mulheres como alvos. A prisão ocorreu no bairro Santo Antônio, no município de São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal.
De acordo com as investigações da Polícia, o suspeito utilizava as redes sociais para perseguir, intimidar e atacar mulheres, inclusive por meio da criação de perfis falsos. As condutas investigadas apresentariam características de misoginia, com ataques direcionados ao público feminino, causando constrangimento e violando a privacidade e a tranquilidade das vítimas.
Ainda segundo as informações policiais, diversas mulheres já haviam procurado as autoridades para registrar ocorrências contra o investigado, relatando episódios de perseguição e ataques virtuais. A recorrência das denúncias e a gravidade dos fatos contribuíram para o avanço das investigações.
Após diligências, os policiais civis localizaram o suspeito em uma residência no bairro Santo Antônio, em São Gonçalo do Amarante, onde foi cumprido o mandado de prisão expedido pela 11ª Vara Criminal da Comarca de Natal, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN).
O homem foi conduzido à delegacia de plantão para a realização dos procedimentos legais cabíveis, permanecendo à disposição da Justiça.
A Polícia Civil destaca que o crime de perseguição, previsto no artigo 147-A do Código Penal Brasileiro, pode ocorrer tanto presencialmente quanto por meios digitais. A instituição reforça que comportamentos de intimidação, perseguição e ataques reiterados contra mulheres devem ser denunciados, permitindo a identificação e a responsabilização dos envolvidos.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte reforça seu compromisso com o enfrentamento à violência contra a mulher, inclusive no ambiente virtual, e solicita que possíveis vítimas procurem uma unidade policial para formalizar denúncias.
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