Vôlei: central do Osasco aponta evolução após passagem pela Seleção
A primeira passagem de Larissa Besen pela Seleção Brasileira feminina de vôlei foi curta, porém proveitosa. Chamada às pressas na reta final da Liga das Nações (VNL) para substituir Julia Kudiess, a central de 25 anos aproveita a experiência ganha durante os mais de dois meses com a equipe principal no Osasco, onde já colhe os frutos da transição da Amarelinha para o clube.
Larissa foi eleita a melhor em quadra na vitória por 3 sets a 2 sobre o Fluminense, nesta sexta-feira (6), pela quarta rodada da Superliga feminina. Com 14 pontos (8 de ataque, 4 de bloqueio e 2 de saque), a jogadora terminou como a segunda maior pontuadora do time paulista, ao lado de Amanda e atrás apenas de Stysiak, que teve 23 acertos. Foi seu primeiro troféu VivaVôlei na temporada.
No entanto, poucos prêmios individuais são iguais a uma convocação para representar o seu país. O convite de José Roberto Guimarães foi como um presente para Larissa, que considera ter evoluído seu jogo no período em que esteve com a Seleção, mesmo com pouco tempo de quadra.
— A Seleção é um presente muito bom. É algo que eu sempre sonhava e foi um momento muito bom. Acho que eu evoluí bastante lá também e acho que consegui trazer esse amadurecimento que eu tive lá para o time, e estou podendo contribuir com isso — afirmou, em entrevista ao Lance!.
Trajetória de Larissa Besen
Revelada pelo Barueri, Larissa Besen defende o Osasco desde a temporada 2024/25. Sob o comando do técnico Luizomar de Moura, a camisa 14 já conquistou uma Superliga, duas Copas Brasil, duas Supercopas e três Campeonatos Paulistas, além de um terceiro lugar no Campeonato Mundial de Clubes.
Neste ano, a meio de rede havia sido convocada para a Seleção B, mas passou a integrar a Seleção A depois da lesão de Julia Kudiess no joelho esquerdo. Ela participou da fase final da VNL e ficou com a medalha de prata, além de ter feito parte dos treinos visando o Campeonato Sul-Americano, em que o Brasil garantiu vaga nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
Ainda pela Seleção Brasileira, a jogadora possui uma prata nos Jogos Pan-Americanos, em 2023, e um bronze nos Jogos Mundiais Universitários, em 2025.
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