ESPORTES Richarlison provoca após polêmica envolvendo mansão do pai de Neymar
O jogador brasileiro Richarlison, atacante do Tottenham, aproveitou uma polêmica envolvendo a família de Neymar para retribuir uma provocação feita pelo jogador do Santos semanas antes.
Na sexta-feira, 6, Richarlison comentou uma publicação nas redes sociais sobre a disputa judicial envolvendo Neymar da Silva Santos, pai e empresário de Neymar, e a compra de uma mansão avaliada em R$ 95 milhões, em Tamboré, em Santana de Parnaíba (SP).
Tudo sobre Esportes em primeira mão!“Então ele não leu o contrato, né?”, escreveu o atacante, em referência à resposta que recebeu de Neymar no fim de outubro, quando os dois trocaram provocações nas redes sociais.
O que aconteceu?
A troca de provocações começou no fim de outubro, quando Richarlison ironizou o senador Flávio Bolsonaro (PL) após a derrota na disputa presidencial.
Na ocasião, o atacante do Tottenham comentou a ida de Flávio para os Estados Unidos e publicou imagens geradas por inteligência artificial em que ele mesmo aparecia aproveitando uma mansão em Angra dos Reis (RJ).
Na legenda, provocou: "Então não tem ninguém na ilha, né?".
A publicação fazia referência à disputa judicial pela posse de uma propriedade na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, envolvendo Richarlison, Flávio e o advogado Willer Tomaz.
Neymar, então, respondeu ao ex-companheiro de Seleção Brasileira com outra provocação: "Próxima vez lê o contrato, seu moleque".
Entenda a disputa envolvendo o pai de Neymar
A disputa que motivou o comentário de Richarlison envolve a compra de uma mansão avaliada em R$ 95 milhões, no bairro Tamboré, em Santana de Parnaíba (SP).
A empresa que vendeu o imóvel, D.Y.T.T. Administradora de Imóveis, entrou com uma ação na Justiça de São Paulo cobrando R$ 58,9 milhões da família de Neymar. O conflito começou por causa de um acordo fechado em maio de 2025.
Pelo contrato, R$ 17,5 milhões seriam pagos na assinatura, enquanto outros R$ 32 milhões seriam quitados com a entrega de uma casa da família de Neymar em Alphaville, avaliada nesse mesmo valor.
A empresa, porém, afirma que não aceita mais receber a propriedade como parte do pagamento e exige que os R$ 32 milhões sejam pagos em dinheiro.
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