Casos graves de Covid-19 aumentam em cinco estados; Ceará tem baixo risco
Dados são do Boletim InfoGripe, divulgado na quinta-feira, 5, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Por Gabriela Almeida
Notícia
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Publicado às 17:06, 07/11/2026
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Resumo
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Cinco estados (MT, DF, SP, RJ e SC) registram alta nos casos graves de Covid-19.
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SP, RJ, SC e DF mantêm a incidência de Covid-19 em níveis considerados muito baixos.
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Nove estados apresentam crescimento de SRAG provocado por metapneumovírus.
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Seis estados estão em alerta ou risco para SRAG, enquanto o Ceará tem baixo risco.
O levantamento é referente à Semana Epidemiológica (SE) 43, período que vai de 25 a 31 de outubro, e considera os casos reportados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).
De acordo com índices divulgados pela entidade, há sinais de aumento de ocorrências graves de Covid-19 em Mato Grosso, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. No entanto, apesar da tendência, essas quatro últimas unidades federativas apresentam incidência "em níveis muito baixos".
Já São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Sergipe apresentaram crescimento de casos de SRAG por metapneumovírus, um vírus que causa infecções semelhantes à gripe e cujo quadro pode evoluir para bronquiolite e pneumonia. Em relação ao rinovírus, um leve crescimento dos casos foi registrado no Mato Grosso.
Ceará tem incidência de "baixo risco"
No geral, seis estados do Brasil apresentaram incidência de SRAG em nível de "alerta, risco ou alto risco", sendo eles: Maranhão, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Nesse cenário, o Ceará aparece com uma incidência de "baixo risco", junto a unidades federativas como Rio Grande do Norte, Tocantis, Piauí e Roraima.
De acordo com dados do IntegraSUS, plataforma da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), até o dia 24 de setembro passado, o Estado havia registrado 4.407 casos de Covid-19 neste ano de 2026. Não foram contabilizadas mortes em decorrência da doença.
Óbitos por síndromes gripais no Brasil
Conforme o boletim da Fiocruz, até o período analisado o Brasil registrou 7.679 óbitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave. Desses, "3.465 (45,1%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 3.452 (45%) negativos, e ao menos 122 (1,6%) aguardam resultado laboratorial".
Entre os óbitos positivos para vírus respiratórios, 32,9% foram por influenza A, 9,5% de influenzaB, 16,3% de vírus sincicial respiratório, 24,5% de rinovírus, e 13,9% de SARS-CoV-2 (Covid-19).
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